Sustentabilidade em alta na engenharia elétrica

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Já pensou fazer parte de um projeto que contribui para a preservação do meio ambiente, que é autossustentável na geração de energia e utiliza-se de uma fonte limpa? Vários profissionais estiveram envolvidos na implantação de uma das maiores usinas solares fotovoltaicas do Brasil no modelo de geração distribuída para autoconsumo, que fica num campus universitário em Presidente Prudente.

Tecnicamente falando, a energia solar fotovoltaica acontece através de um efeito chamado fotovoltaico, que é o aparecimento de uma diferença de potencial nas extremidades de material semicondutor, produzida pela absorção da luz. Complicado, né?! Em outras palavras: é a energia obtida através da conversão direta da luz do sol em eletricidade. E você aí achando que o sol só servia para te dar aquele bronzeado, hein…

E sabe quem é um dos profissionais mais importantes no desenvolvimento desse projeto? O engenheiro eletricista. Isso mesmo! A construção de uma usina fotovoltaica envolve um sistema elétrico muito complexo, já que a geração de energia é o principal objetivo. Então, este profissional é mais do que essencial para tornar tudo isso possível… Quanta responsabilidade!

E mais! De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deverá ter um salto de 44% na capacidade instalada de energia solar em 2019, o que levaria o país à marca de 3,3 gigawatts (GW) da fonte em operação. Olha quanto trabalho nesse sentido vindo por aí. E este é só o começo!

Para você que pretende estudar esta área, saiba que os cursos são carregados de disciplinas embasadas na física e na matemática. Já comece a se familiarizar com conceitos básicos da engenharia elétrica como “sistemas de energia”, “telecomunicações” e “eletrônica e automação”.

Ter uma forte formação computacional e uma grande compreensão dos problemas relacionados à preservação do meio ambiente faz parte dos conhecimentos essenciais para os profissionais “do futuro” na engenharia elétrica.

Além disso, esses engenheiros deverão ter as noções básicas que lhe permitam o tratamento das implicações econômicas e uma capacidade administrativa compatível.

Uma aposta certa, não?! Percebe-se que o engenheiro eletricista precisa estar muito atento não somente às suas competências disciplinares e técnicas, mas também a tudo o que acontece no mundo, nas novas tecnologias e nos problemas ambientais que têm assombrado a humanidade.

Onde você pode trabalhar:

Além de projetar e construir usinas, estações, redes de geração de energia e equipamentos dos sistemas de geração, transmissão e distribuição, o engenheiro eletricista é o responsável em ampliar e reparar as redes de alta-tensão. Ele pode também trabalhar em indústrias projetando equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial, desenvolver circuitos para aquisição e transmissão de dados por radiofrequência, como por exemplo, informações de temperatura, umidade, pressão, pode também atuar na área da engenharia biomédica, projetando e construindo equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios, enfim, as possibilidades de atuação profissional são enormes!

Ah, uma informação importantíssima para você que se identificou com a engenharia elétrica e já está sonhando com os próximos cinco anos de curso – duração média da graduação –, verifique se existe alguma ênfase, como energia, telecomunicações, computação, automação, eletrotécnica, eletrônica e sistemas de potência.

Curso escolhido, agora é só se jogar na matemática e na física e se deliciar com uma área tão abrangente e promissora. Boa sorte!

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