{"id":51,"date":"2020-09-09T18:21:20","date_gmt":"2020-09-09T18:21:20","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.unoeste.br\/ceofop\/?p=51"},"modified":"2020-09-16T18:43:31","modified_gmt":"2020-09-16T18:43:31","slug":"pesquisas-podem-revolucionar-cultura-regional-da-batata-doce","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sites.unoeste.br\/ceofop\/index.php\/2020\/09\/09\/pesquisas-podem-revolucionar-cultura-regional-da-batata-doce\/","title":{"rendered":"Pesquisas podem revolucionar cultura regional da batata-doce"},"content":{"rendered":"\n<p>A&nbsp;regi\u00e3o&nbsp;do oeste paulista ocupa o primeiro lugar no ranking estadual da batata-doce, com produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 15,38 toneladas por hectare, o que \u00e9 maior que a m\u00e9dia nacional de 14,5. Por\u00e9m \u00e9 baixa, por causa do solo arenoso e dos per\u00edodos de estiagem; e diante da possibilidade de poder chegar ao n\u00edvel entre 25 e 30.<br>Experimentos agron\u00f4micos est\u00e3o em andamento na&nbsp;Unoeste (Universidade do Oeste Paulista), na busca de produtividade superior a atual mediante o cultivo de gen\u00f3tipos mais adapt\u00e1veis ao solo e clima regional, tolerantes ao d\u00e9ficit h\u00eddrico durante per\u00edodos de veranicos e com melhor qualidade nutricional.<br>S\u00e3o seis pesquisas em andamento e mais outra com o projeto para ser colocado em pr\u00e1tica, desenvolvidas no Ceofop (Centro de Estudos em Olericultura e Fruticultura do Oeste Paulista) e no Laborat\u00f3rio de Tecidos Vegetais, instalados no campus 2 da universidade.<\/p>\n\n\n\n<h2><strong>Ampla riqueza<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O professor pesquisador&nbsp;Andr\u00e9 Ricardo Zeist&nbsp;comenta que h\u00e1 poucos estudos cient\u00edficos no Brasil sobre a cultura da batata-doce, mesmo sendo um produto de consumo interno e de exporta\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de gerador de v\u00e1rios subprodutos, entre os quais doces, f\u00e9culas, flocos e farinhas.<br>Esse tipo de batata \u00e9 importante suprimento de vitaminas dos complexos A e B e de minerais. Produtores rurais da regi\u00e3o de Prudente t\u00eam contribu\u00eddo para atender o mercado nacional e internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Os experimentos em andamento est\u00e3o comprometidos com a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel e competitiva, e com a relev\u00e2ncia econ\u00f4mica e social da cultura, que pode ajudar a evitar o \u00eaxodo rural e fortalecer os sistemas de cultivo de base familiar. As pesquisas s\u00e3o conduzidas com apoio de equipe multidisciplinar. Dos sete estudos, dois t\u00eam o aporte e outros dois est\u00e3o em submiss\u00e3o na Fapesp (Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo); um com bolsa do Peic-Unoeste (Programa Institucional de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica) e tr\u00eas vinculados ao Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Stricto Sensu em Agronomia, que oferta mestrado e doutorado.<br>As orienta\u00e7\u00f5es dos trabalhos s\u00e3o de Zeist, com a colabora\u00e7\u00e3o do Dr. Andre Luiz Biscaia Ribeiro da Silva, vinculado \u00e0 Unoeste; e de Juliano Tadeu Vilela de Resende, da UEL (Universidade de Londrina); proporcionando aos estudos o car\u00e1ter interinstitucional.<\/p>\n\n\n\n<p>Sele\u00e7\u00e3o in vitro de gen\u00f3tipos de batata-doce tolerantes do d\u00e9ficit h\u00eddrico, de autoria de Helder Sampaio Ferraza. &nbsp;Desempenho agron\u00f4mico de gen\u00f3tipos experimentais de batata-doce de polpa roxa na regi\u00e3o do oeste paulista, por Bruno da Rocha Toroco. Adaptabilidade de gen\u00f3tipos experimentais de batata-doce na regi\u00e3o do oeste paulista, por Jair Garcia Neto. Desenvolvimento e sele\u00e7\u00e3o de gen\u00f3tipos de batata-doce, por Murilo Henrique Souza Leal. Adaptabilidade e estabilidade de gen\u00f3tipos de batata-doce em Presidente Pudente, por Amanda Carvalho Perrud.<br>Aplica\u00e7\u00e3o de \u00edndices de sele\u00e7\u00e3o inicial e de gen\u00f3tipos meios-irm\u00e3os de batata-doce com polpa branca ou creme, por Rodrigo Dias Vergana. Aptid\u00f5es e avan\u00e7o na sele\u00e7\u00e3o e gen\u00f3tipos experimentais de batata-doce de polpa laranja, por Souza Leal e que dar\u00e1 continuidade ao estudo de Vergana.<br>Aptid\u00f5es e avan\u00e7o na sele\u00e7\u00e3o de gen\u00f3tipos experimentais com padr\u00e3o canadense, no qual est\u00e3o trabalhando Jair Garcia Neto, no desenvolvimento de sua pesquisa de mestrado, junto com Alberto Junior Torres Biscola e Douglas da Silva Mafra, estudantes da gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/imparcial.com.br\/2020\/noticias\/pesquisas-podem-revolucionar-cultura-regional-da-batata-doce,36673\">http:\/\/imparcial.com.br\/2020\/noticias\/pesquisas-podem-revolucionar-cultura-regional-da-batata-doce,36673<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A regi\u00e3o do oeste paulista ocupa o primeiro lugar no ranking estadual da batata-doce, com produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 15,38 toneladas por hectare, o que \u00e9 maior que a m\u00e9dia nacional de 14,5. 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