{"id":20419,"date":"2022-05-23T09:45:00","date_gmt":"2022-05-23T12:45:00","guid":{"rendered":"http:\/\/facopp.unoeste.br\/facopp\/?p=20419"},"modified":"2022-05-24T15:01:39","modified_gmt":"2022-05-24T18:01:39","slug":"musicas-antigas-sao-preferencia-de-geracoes-jovens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.unoeste.br\/facopp\/musicas-antigas-sao-preferencia-de-geracoes-jovens\/","title":{"rendered":"M\u00fasicas antigas s\u00e3o prefer\u00eancia das novas gera\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p><em>&nbsp;Fabiana Vernize e \u00c1gata Vieira (edi\u00e7\u00e3o), especial para Escola de Comunica\u00e7\u00e3o<\/em><br>23\/05\/2022 \u00e0s 9h45<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh5.googleusercontent.com\/JS2a7EcWiHYWjHVVCu2HwPW8Xzt9qgq7F1RSY0cN-lznFwCxHVVzEQbTCqfuDUs1Qezwp5d6svkwIpBMHuncuyBQj6II825x28YvSlBUjBdAxusbrQHtplrbGwJimUKtMrhbfecF\" alt=\"\"\/><figcaption><em>Cole\u00e7\u00e3o de toca-fitas com m\u00fasicas antigas inspiram La\u00eds Siqueira a ouvir can\u00e7\u00f5es dos anos 70, 80 e 90 (Foto: Cedidia\/La\u00eds Siqueira<\/em>)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>M\u00fasica antiga n\u00e3o \u00e9 m\u00fasica velha. Na verdade, \u00e9 bem atual e est\u00e1 nas <em>playlists <\/em>dos mais jovens. Foi essa a conclus\u00e3o de uma <a href=\"https:\/\/www.terra.com.br\/diversao\/musica\/jovens-preferem-musicas-antigas-do-que-as-atuais-diz-pesquisa,1b85ff7bbfbfe182749cc0e924e6e2cazr2leo7u.html\">pesquisa<\/a>, que observou a prefer\u00eancia das gera\u00e7\u00f5es recentes por m\u00fasicas de at\u00e9 60 anos atr\u00e1s. O interesse por can\u00e7\u00f5es antigas n\u00e3o \u00e9 aleat\u00f3rio e tem explica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/qXw0copE7t27MhaTS_CYVZZOe9Bum8MLtz9Fu-2TdGcfNU_9VqK7IaHGZflWjzYcpstshC47qp66irjTLve64KpCCMbtr9MH5zojEJX83WdaguTnWVtuDI5Ocxtz5HPDIpORWKUH\" alt=\"\" width=\"316\" height=\"421\"\/><figcaption><em>Legenda: Os estilos preferidos de Maur\u00edcio s\u00e3o o jazz, bossa nova, m\u00fasicas de louvor e at\u00e9 trilha sonora de filmes (Foto: \u00c1gata Vieira<\/em>)<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cGosto de cantar e ouvir m\u00fasicas que compactuem com aquilo que eu acredito, e eu vejo isso nas m\u00fasicas do passado. Gosto de ouvir can\u00e7\u00f5es que falam que amizades reais s\u00e3o poss\u00edveis, que a vida \u00e9 bonita mesmo que \u00e0s vezes seja injusta, que existe amor verdadeiro, apesar de parecer s\u00f3 uma ilus\u00e3o\u201d, esclarece La\u00eds Siqueira, 20, que desenvolveu o interesse por cantar a fim de levar essa mensagem \u00e0s pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudante de Publicidade e Propaganda da Escola de Comunica\u00e7\u00e3o e Estrat\u00e9gias Digitais da Unoeste, Maur\u00edcio Britez Saraiva, 21, compreende a relev\u00e2ncia da antiga cultura musical. \u201cVivemos um momento em que as pessoas se sentem nost\u00e1lgicas, sentindo falta de quando n\u00e3o havia pandemia nem guerra, de quando a pol\u00edtica n\u00e3o dividia a fam\u00edlia e destru\u00eda amizades. Saudades de um tempo em que falar n\u00e3o implicava em cancelamento e ofensa generalizada.\u201d Para ele, essa saudade reflete o interesse por m\u00fasicas que falavam de tempos mais harm\u00f4nicos. \u201cPelo menos enquanto nossa sociedade continuar ca\u00f3tica do jeito que est\u00e1, creio que essa tend\u00eancia vai permanecer\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o saxofonista, Paulo Moreira, 46, al\u00e9m de conte\u00fado e rico vocabul\u00e1rio, \u201cas m\u00fasicas dos anos de 1960 a 1990 tinham o objetivo de deixar uma mensagem gravada\u201d. O m\u00fasico lembra do per\u00edodo ditatorial no Brasil, em que as composi\u00e7\u00f5es eram usadas como forma de protesto. \u201cMarcou uma \u00e9poca, fez hist\u00f3ria e tem, portanto, grande import\u00e2ncia social\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/ERcFLjyWCG4_ALHorC0rIo4pBE3Y0uT-RcSpU-jrS1eqXVQFUjYAD-jxUlU022eL6Zi7xK423XJIkTMgHKY_paFObsxS1_2jcgN5rcqp-7OmjRC9JGHMuOiB6nzzWeXaDzfQC2E7\" alt=\"\"\/><figcaption><em>Legenda: Paulo participa do projeto Black Piano, cujo objetivo \u00e9 ressaltar a import\u00e2ncia hist\u00f3rica dos negros na m\u00fasica brasileira (Foto: Paulo Moreira\/Cedida)<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2><strong>CONSUMO VOL\u00c1TIL<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Grandes compositores brasileiros, que repercutem internacionalmente e contribu\u00edram para moldar a cultura musical nacional, surgiram nas d\u00e9cadas de 70, 80 e 90. Segundo o m\u00fasico e professor, Everton Tomiazzi, isso se deve \u00e0 alta qualidade da m\u00fasica brasileira, produzida por nomes como Tom Jobim, Gal Costa e Vin\u00edcius de Moraes. \u201cM\u00fasicas de d\u00e9cadas passadas foram elaboradas de maneira muito mais explorada, com poemas mais trabalhados. As letras eram longas e de cunho apreciativo\u201d, analisa.<\/p>\n\n\n\n<p>O aspecto vol\u00e1til das produ\u00e7\u00f5es atuais, segundo Paulo, \u00e9 devido \u00e0 nova finalidade que a m\u00fasica ganhou com a ind\u00fastria cultural. \u201cAntes, o<strong> <\/strong>desejo era de que a mensagem fosse o mais longe poss\u00edvel. Hoje, o objetivo \u00e9 a m\u00fasica chiclete. Tudo \u00e9 pensado para que, na primeira vez que voc\u00ea ouvir, fique grudado na cabe\u00e7a\u201d, Paulo explica. O m\u00fasico percebe que \u201ccada vez mais, busca-se ritmos que estimulem os sentidos do indiv\u00edduo sem que ele tenha que pensar ou refletir sobre a letra\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O que eterniza can\u00e7\u00f5es antigas, segundo La\u00eds, \u00e9 que elas contam uma hist\u00f3ria, seja ela triste, feliz ou engra\u00e7ada. \u201cAs pessoas se identificam com o que \u00e9 cantado e acabam ouvindo por muitos anos.\u201d Se o fim da m\u00fasica tocada atualmente \u00e9 o lucro, \u201cas novas gera\u00e7\u00f5es est\u00e3o recorrendo ao passado. E ent\u00e3o ouvem m\u00fasicas antigas que contam hist\u00f3rias que elas n\u00e3o viveram, mas com letras t\u00e3o atuais que reverberam no presente\u201d, observa Paulo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Maur\u00edcio Saraiva - Wishing (Teclado)\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZWIL_-O7XP4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>Legenda: Maur\u00edcio toca \u201cWishing\u201d, de Alexis Ffrench. Diz que se pudesse escolher uma d\u00e9cada para viver, ele escolheria os anos 60  &#8211; V\u00eddeo: (Maur\u00edcio Saraiva\/Cedido)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2><strong>CONTRAPONTO: M\u00daSICA ANTIGA E M\u00daSICA ATUAL<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, pode-se dizer que a m\u00fasica atual est\u00e1 condenada? \u201cN\u00e3o! Existe muita m\u00fasica boa. Por\u00e9m, ela n\u00e3o chega at\u00e9 n\u00f3s t\u00e3o facilmente como as produ\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria cultural. Temos que procurar\u201d, conta Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Everton, o que \u00e9 difundido hoje \u00e9 composto por letras curtas, muitas repeti\u00e7\u00f5es e degradam os sentimentos da sociedade de forma geral. \u201c\u00c9 preciso tomar cuidado. H\u00e1 m\u00fasicas que deixam valores duvidosos no subconsciente. A pessoa quer ter um amor, mas o consumo musical dela diz totalmente o contr\u00e1rio. Ent\u00e3o o que ela vai atrair? O que ela est\u00e1 consumindo o tempo todo\u201d, defende Paulo.&nbsp; Ele explica que m\u00fasica \u00e9 energia e afeta diretamente a nossa vida, com boas ou m\u00e1s energias a depender daquilo que se escuta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cBoa parte da ind\u00fastria de m\u00fasica mudou o foco de \u2018ser bela e agrad\u00e1vel\u2019, \u2018induzir \u00e0 reflex\u00e3o e \u00e0 aprecia\u00e7\u00e3o\u2019, para simplesmente suprir os desejos primitivos do ser humano\u201d, avalia Maur\u00edcio sobre preferir o estilo retr\u00f4. No entanto, ele reconhece que h\u00e1 m\u00fasica de qualidade sendo produzida hoje e \u00e9 otimista. \u201cEspero poder expandir meu gosto musical, e n\u00e3o diminuir\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>La\u00eds partilha desta esperan\u00e7a. A estudante tamb\u00e9m aprecia as m\u00fasicas da pr\u00f3pria gera\u00e7\u00e3o, mas sob uma condi\u00e7\u00e3o: \u201cdesde que elas espalhem alguma alegria, esperan\u00e7a, not\u00edcia boa. Desde que elas contenham uma hist\u00f3ria que mude a vida de algu\u00e9m.\u201d<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-style-default has-medium-font-size\"><p>\u201cEla [a m\u00fasica] \u00e9 v\u00e1lida se ela causa alguma coisa dentro da gente que nos torna pessoas melhores\u201d, afirma La\u00eds.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<h2><strong>COMO CHEGOU AT\u00c9 AQUI?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Foi no final dos anos 90 que a internet se tornou acess\u00edvel \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Segundo Paulo, a nova tecnologia ajudou as gera\u00e7\u00f5es vindouras a terem mais contato com m\u00fasicas mais antigas. \u201cAntes era muito dif\u00edcil. N\u00e3o havia tanto material, como partitura. Os m\u00fasicos dependiam da pura percep\u00e7\u00e3o musical. J\u00e1 para os ouvintes, era dif\u00edcil adquirir CD e baixar m\u00fasica. Ouvia-se tudo no r\u00e1dio. Com o toca-fitas, tinha que esperar o locutor anunciar a m\u00fasica que ia tocar j\u00e1 com o dedo posicionado no \u2018rec\u2019 para conseguir gravar\u201d, lembra o saxofonista.<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, a internet n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica respons\u00e1vel. Maur\u00edcio e La\u00eds compartilham uma lembran\u00e7a em comum: m\u00fasica no carro. \u201cEst\u00e1vamos sempre ouvindo as m\u00fasicas em um <em>pen drive,<\/em> com v\u00e1rios sucessos, como de Elton John, Phil Collins, A-HA, ABBA, Michael Jackson, Bee Gees, etc\u201d, conta Maur\u00edcio. Para La\u00eds, a soma da m\u00fasica com a hist\u00f3ria dos av\u00f3s influenciou o gosto musical dela. \u201cNo carro, eles sempre tinham CD\u2019s das melhores can\u00e7\u00f5es dos anos 70, 80 e 90. Era da \u00e9poca de quando eles se conheceram e, como eu sempre fui muito criativa, vinha um filme da vida deles na minha mente e a m\u00fasica se tornava a trilha sonora.\u201d<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<p class=\"responsive-video-wrap clr\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"La\u00eds Siqueira - Can\u2019t help falling in love\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zgDDanbRDA0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<\/div><figcaption>Legenda: La\u00eds canta \u201cCan\u2019t help falling in love\u201d, de Elvis Presley. \u201cEssas m\u00fasicas eram a trilha sonora perfeita para a hist\u00f3ria de dois protagonistas que eu conhecia muito bem.\u201d, diz La\u00eds, se referindo aos av\u00f3s &#8211; V\u00eddeo: cedido\/La\u00eds Siqueira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2><strong>NOVAS VERS\u00d5ES, NOVAS GERA\u00c7\u00d5ES<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>As novas vers\u00f5es, criadas a partir de uma m\u00fasica original, s\u00e3o um importante meio para aproximar a m\u00fasica do passado das gera\u00e7\u00f5es atuais. \u201cO jovem ouve a m\u00fasica, gosta e fica com a d\u00favida: \u2018quem canta\u2019. E ent\u00e3o vai procurar e acaba conhecendo mais sobre a hist\u00f3ria\u201d, explica Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;[LINK DO CANAL DO YOUTUBE, PLAYLIST DO PROJETO BLACK PIANO: <a href=\"https:\/\/youtube.com\/playlist?list=PLXuDDtp0-Pav1ve5CP-7QI7yuMj-YDw4X\">https:\/\/youtube.com\/playlist?list=PLXuDDtp0-Pav1ve5CP-7QI7yuMj-YDw4X<\/a>]<\/p>\n\n\n\n<p>Maur\u00edcio diverge e diz que n\u00e3o v\u00ea prop\u00f3sito em alterar uma m\u00fasica, mas reconhece que novas vers\u00f5es s\u00e3o uma forma de reviv\u00ea-la. \u201cM\u00fasicas n\u00e3o est\u00e3o mortas, s\u00e3o registros imortais. Mas \u00e0s vezes encontro algo interessante feito com base em m\u00fasicas antigas\u201d, afirma, citando o exemplo do cantor Michael Bubl\u00e9, que o estudante considera refer\u00eancia em novas vers\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cExistem vers\u00f5es de m\u00fasicas antigas que numa roupagem nova ficaram incr\u00edveis!\u201d, diz La\u00eds. Mas ela pondera e acredita que nem todas as can\u00e7\u00f5es se encaixam em mudan\u00e7as. \u201c\u00c0s vezes, a original \u00e9 linda demais, s\u00f3 na original passa aquele sentimento.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Sejam elas novas vers\u00f5es ou originais, essas m\u00fasicas marcaram n\u00e3o s\u00f3 uma \u00e9poca, mas vidas. Everton destaca que gra\u00e7as \u00e0 alta qualidade de letra, melodia e riqueza de arranjos, m\u00fasicas de d\u00e9cadas passadas permanecem marcantes at\u00e9 hoje.E voc\u00ea? Tamb\u00e9m curte m\u00fasicas de d\u00e9cadas atr\u00e1s? Compartilhe no Instagram da <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/comunicacaounoeste\/\">Escola de Comunica\u00e7\u00e3o e Estrat\u00e9gias Digitais<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"oceanwp-oembed-wrap clr\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Maur\u00edcio Saraiva - What a Wonderful World (Viol\u00e3o)\" width=\"1200\" height=\"675\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/w1f1qpvThXc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;Fabiana Vernize e \u00c1gata Vieira (edi\u00e7\u00e3o), especial para Escola de Comunica\u00e7\u00e3o23\/05\/2022 \u00e0s 9h45 M\u00fasica antiga n\u00e3o \u00e9 m\u00fasica velha. 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